Projeto LABORATÓRIO VIVO MUNDA DAS BORBOLETAS

INTRODUÇÃO:
Não se pode mais ficar alheio ao que está acontecendo com a nossa nave-mãe, o planeta terra. Nenhum assunto atrai hoje tanto a atenção, ultrapassando barreiras culturais, políticas e sociais e unindo a humanidade em torno de uma causa comum: A salvação do planeta. A educação ambiental possui um papel fundamental neste processo. Mostrar aos estudantes de hoje, futuro profissionais de amanhã, a importância das nossas atitudes, e as implicações que elas tem na conservação dos recursos naturais é o principal objetivo deste projeto. Utilizando a própria natureza como proofessora, o projeto Laboratório Vivo - Mundo das borboletas, procuro contribuir para a formação de cidadãos conscientes de suas responsabilidades para com o meio ambiente, tendo as borboletas como mensageiras da paz e embaixatrizes na defesa da natureza.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Apresentação do Borboletário

    Valorizar a biodiversidade, promover educação ambiental e realizar pesquisas em todos os níveis de ensino. É com este objetivo que foi criado o Borboletário Didático Luan Holanda – Mundo das Borboletas, na Escola de Ensino Médio José Alexandre, no distrito de Capuan, Caucaia.
Conforme a coordenadora do espaço, a bióloga Priscila Carvalho Holanda, este local será essencial para que a população possa ter contato e perceber a importância do meio ambiente. “Na atual situação de crise ambiental do planeta é importantíssimo uma ação que conscientize as pessoas para a mudança de hábitos e atitudes. No borboletário, essa proximidade com a beleza da natureza, representada pelas borboletas e flores, abre o coração das pessoas e desperta nelas o amor”.
    Este projeto nasceu em 2006, entre a parceria entre o Departamento de Fitotecnia da Universidade Federal do Ceará (UFC) e o Instituto Centec, do qual Priscila é professora, que recebeu o nome de “Cores da Natureza”. E em 2009, foi levado para a escola em Capuan. “Esses trabalhos têm acontecido por causa da luta em busca de parceria e apoio dos estudantes que trabalham voluntariamente. E ainda continuamos em busca de parceria”, disse a bióloga. Ela cita um dos fortes apoiadores do projeto que é o diretor da escola, Francisco Bartolomeu, que decidiu homenagear o filho especial de Priscila, Luan, dando seu nome ao local. “Foi uma forma dele homenagear todas as crianças com necessidades especiais”. Além dele, também são parceiros a ONG Cepevive, Empresa Vitória, Empresa Pyla Pedreiras, Empresa Fazenda Park.
    A escola tem 1.300 alunos, de 21 comunidades de Caucaia. Todos tem acesso ao espaço. O borboletário também esta aberto a visitas de toda a população. Será necessário apenas agendar. Chegando ao local, os visitantes terão oportunidade de conhecer todas as fases de formação das borboletas. “Desde a postura dos ovos, desenvolvimento das lagartas, formação dos casulos e a eclosão das borboletas, é a chamada metamorfose. Também existe as plantas hospedeiras e as nectíferas e a casa de criação onde é feito o manejo das lagartas”.
    No espaço do borboletário foi feito um projeto de paisagismo, para receber as dez espécies. Segundo Priscila, “toda essa beleza está se expandindo para o resto da escola. Acredito que isso vai contribuir para elevar a autoestima de todos”.
    Diante dos resultados positivos, ela disse que já existe a ideia de criar mais borboletários em outras cidades. Estão sendo discutidos um para o Jardim Botânico de São Gonçalo do Amarante, no orquidário bromeliário já existente; um no bioparque do Passaré, em Fortaleza; e um no Parque Ecológico Rio Branco, que já está com a proposta aprovada pelo Ministério do Meio Ambiente.